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Márcio Della Volpe foi punido por 30 dias após criticar a arbitragem no empate em 2 a 2 com o América-RN

Após passar pelo segundo dia consecutivo de julgamentos no STJD  (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), a Ponte Preta acabou saindo com mais lucro do que prejuízo. A confusão com a arbitragem no empate em 2 a 2 com o América-RN, pela 36ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, podia ter causado a suspensão do técnico Guto Ferreira e do auxiliar Alexandre Faganello, além de render uma alta multa ao clube. Apesar disso, o tribunal decidiu, na 3ª Comissão Disciplinar, apenas pela punição do presidente Márcio Della Volpe, por 30 dias.

Márcio Della Volpe, presidente da Ponte Preta, foi punido pelo STJD
Reprodução/Facebook/AA Ponte Preta
Márcio Della Volpe, presidente da Ponte Preta, foi punido pelo STJD

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A revolta foi causada a partir dos 43 minutos do segundo tempo, quando a Ponte vencia por 2 a 1. O árbitro goiano Eduardo Valadão, então, marcou um pênalti a favor dos Alvirrubros e a partida terminou empatada. No fim da partida, a comissão técnica e o presidente do clube de Campinas resolveram pedir explicações ao juiz, que relatou muitas ofensas na súmula do jogo e uma invasão de campo.

Sobre essa invasão, a Ponte foi julgada pelo artigo 213, mas conseguiu escapar, porque o ocorrido não atrapalhou o andamento da partida e o clube conseguiu identificar o meliante. Já no caso da comissão de do presidente do time, a equipe campinense utilizou depoimentos dos julgados. O caso de Della Volpe era o mais grave. A punição poderia chegar aos 270 dias, mas o departamento jurídico conseguiu aliviar a pena para apenas 30 dias.

Na terça-feira, a Ponte Preta já tinha passado por um julgamento por causa do confronto entre torcedores e a Polícia Militar de Santa Catarina durante a partida contra o Joinville, pela 35ª rodada da Série B. O STJD decidiu pela perda de um mando de campo e uma multa de R$ 10 mil.

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