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Goleiro diz que dinheiro não resolve a situação do clube, mas vê ajuda financeira como algo normal no futebol brasileiro

O Palmeiras perdeu seus quatro últimos jogos por 2 a 0 e está a um ponto e uma posição da zona de rebaixamento do Brasileiro, mas acredita que pode escapar já neste sábado. Fernando Prass crê que o time pode vencer o Inter, no Beira-Rio, e que o Flamengo tem condições de derrotar o Vitória em Manaus, no mesmo dia. Dependendo de outros, o goleiro ainda admitiu ter recebido mala branca de outro clube na carreira.

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"Isso acontece, é normal. Já recebi de outro clube para vencer o jogo", confessou, sem dar detalhes, nem sobre a possibilidade de oferecer um prêmio financeiro ao Flamengo. "Se dinheiro garantisse alguma coisa, nós mesmos faríamos uma vaquinha. Mas isso não existe, é muito subjetivo", desconversou.

Independentemente de qualquer mala branca, o clube carioca tem outra motivação financeira para seguir lutando por vitórias, mesmo sem chances de rebaixamento ou classificação para a Libertadores. Os comandados de Vanderlei Luxemburgo estão na nona posição e, caso não fiquem entre as dez primeiras colocações, a Adidas, fornecedora de material esportivo, tem o direito em contrato de não pagar parte dos valores anuais ao Rubro-negro.

Informação que aumenta o otimismo de Prass. "Temos agora dois jogos, seis pontos a disputar e, se o Flamengo ganhar do Vitória, só precisamos de uma vitória simples para já escapar", disse o goleiro, ciente, contudo, que o Verdão entra em campo às 19h30 (de Brasília) de sábado, enquanto o Vitória atua às 21 horas.

"Seria mais justo ter os dois jogos no mesmo horário, mas não temos que nos preocupar com isso. É nos preocupar muito mais conosco do que com qualquer outra coisa. Obviamente, vamos acompanhar o jogo do Vitória, que é importantíssimo para nós, dá a condição de já nos deixar livre ou poder jogar em casa dependendo da gente", afirmou o veterano.

O ideal seria diminuir a pressão para encarar o Atlético-PR no dia 7, no Palestra Itália. "É mais complicado porque vai ter só um jogo. Fica muito mais tenso, sem dúvida nenhuma, porque não tem para onde correr", imaginou Prass, fazendo contas até para o Coritiba perder do Atlético-MG e chegar à última rodada com chances de cair.

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