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Goleiro do Palmeiras calcula mais seis pontos para o time acabar com qualquer risco de ser rebaixado novamente

Fernando Prass parece acreditar nas contas que garantem a fuga de rebaixamento no Brasileiro com 45 pontos. Nesse raciocínio, bastam seis pontos ao Palmeiras , e o time fará dois jogos no Allianz Parque, estádio que o goleiro já chama de "caldeirão". A segunda dessas partidas, porém, será na última rodada do torneio, contra o Atlético-PR, e a equipe quer se salvar antes disso.

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Fernando Prass agarra bola no gramado do Allianz Parque
Mister Shadow/Sigmapress/Gazeta Press
Fernando Prass agarra bola no gramado do Allianz Parque

"A matemática são 45 pontos. Duas vitórias levam a isso, e temos dois jogos em casa. Mas não queremos levar para a última rodada. A torcida vai ser fundamental, mas tem que pensar jogo a jogo. Não queremos usar o último jogo em casa para garantir a nossa permanência na primeira divisão", indicou o veterano.

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Para escapar do descenso, até as contas são feitas com cautela por Prass. "Essa definição dos pontos que faltam depende dos concorrentes, ainda acontecerão muitos confrontos diretos. Temos que fazer a nossa parte, somar os pontos necessários o mais rápido possível", indicou.

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O prejuízo da derrota para os reservas do Atlético-MG no sábado, porém, ainda é calculado. A sequência da rodada do fim de semana ajudou, já que, mesmo perdendo, o Verdão segue a cinco pontos da zona de rebaixamento, com cinco jogos para o fim do torneio. Mas os pontos perdidos na despedida do time do Pacaembu não eram esperados.

"Uma vitória contra o Atlético-MG nos deixaria com 42 pontos, em uma situação muito mais cômoda, precisaríamos de um, três pontos em cinco rodadas. Mas nunca estivemos tranquilos. A diferença é que, agora, temos que fazer seis pontos em cinco jogos", indicou.

A ideia é somar pontos no Morumbi, diante do São Paulo, neste domingo, e vencer o Sport no dia 19, na reabertura do Palestra Itália. "Quem tem que sentir pressão e cobrança pelo barulho da torcida é o Sport, que vai encarar um verdadeiro caldeirão, lotado, com a torcida do nosso lado. Para os jogadores do Palmeiras, a pressão é totalmente contrária, de motivação e confiança", imaginou Prass.

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