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Reservas do Atlético-MG impuseram 2 a 0 sobre o Palmeiras no Pacaembu, e restou ao artilheiro do Brasileiro se explicar

Henrique perdeu uma chance clara de gol quando partida entre Palmeiras e Atlético-MG ainda estava 0 a 0
Friedemann Vogel/Getty Images
Henrique perdeu uma chance clara de gol quando partida entre Palmeiras e Atlético-MG ainda estava 0 a 0

Aos sete minutos da fraca atuação do Palmeiras, quando o jogo ainda estava 0 a 0, Henrique aproveitou precipitação de Victor, driblou o goleiro fora da grande área e, com o gol vazio, errou bisonhamente, isolando por cima da meta. Na sequência, os reservas do Atlético-MG impuseram 2 a 0 no Pacaembu, e restou ao artilheiro do Brasileiro culpar o quique da bola.

"Foi uma jogada rápida. Driblei o Victor e, quando fui chutar, a bola acabou quicando. Infelizmente, as coisas não estavam dando nada certo", lembrou o centroavante, mal conseguindo explicar o frágil desempenho do time na despedida como mandante no estádio municipal.

"Difícil agora falar o que não funcionou. Tivemos aquele lance comigo no primeiro tempo, depois uma cabeçada minha em que o Victor foi feliz. Faltou um pouco de volume de jogo, mas nossa equipe vinha há três jogos sem perder, não podemos nos desestabilizar, não tem tempo para lamentar. É dar a volta por cima na próxima partida", falou.

O próximo compromisso será no dia 16, contra o São Paulo, no Morumbi. Henrique vê o Palmeiras tão preocupado quanto já estava antes mesmo de decepcionar contra os reservas do Galo. "O sinal de alerta está ligado há muito tempo. Não podemos relaxar. Mas temos que continuar com a cabeça erguida", indicou.

"Era o nosso objetivo ter vencido. Infelizmente, as coisas não deram certo, mas temos que continuar na sequência em que estávamos. Foi um pequeno incidente no percurso, nada que vai fazer com que relaxemos. Conseguimos o mais difícil, que era sair daquela classificação desconfortável. Agora temos cinco jogos importantes, começando pelo clássico do próximo final de semana", continuou.

A esperança é que os diversos erros, ao menos, diminuam no Choque-Rei. "Agora é refletir, ver o que erramos. Chega o momento de reta final de campeonato e tínhamos gordura, só que ainda é pouco. A equipe não vai e não pode relaxar. Ainda temos jogos difíceis. É corrigir os erros de hoje para que não se repitam na próxima partida", ensinou Henrique.

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