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Presidente diz que time já tem uma coluna vertebral: "A ideia para 2015 é ter um elenco mais enxuto"

Candidato à reeleição no pleito do dia 29, Paulo Nobre já avisou que, se continuar no cargo, manterá a política que chama de "austeridade financeira". O que não significará reformulação. Para 2015, o presidente avisa que apenas diminuirá o número de opções no elenco, mas mantendo a base que ainda luta contra o rebaixamento no Brasileiro na temporada do centenário do Palmeiras.

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"A ideia para 2015 é ter um elenco mais enxuto, tirando mais jogadores do que serão contratados. Mas a coluna vertebral está aí", falou o dirigente ao SporTV . Embora o time ainda corra risco de cair, a seis rodadas do final do torneio, o mandatário se apoia em dois dos 32 jogos do clube para ver qualidade no plantel.

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"Vejo um elenco muito brioso. Talvez com alguns desequilíbrios, porque passou por dificuldades, mas é só analisar os jogos contra o Cruzeiro, que é o virtual bicampeão brasileiro: empatamos no Mineirão e perdemos no Pacaembu em um jogo que poderia ter sido diferente pelo rendimento da equipe", analisou.

Para 2015, os reforços que chegarem, além de aceitarem propostas dentro do que Nobre considera "responsabilidade financeira", podem vir com ajuda monetária particular do dirigente. O presidente emprestou mais de R$ 100 milhões ao Verdão nos dois primeiros anos de sua gestão e não vê falta de ética na opção, embora tenha prometido antes de assumir o cargo que não tiraria dinheiro do próprio bolso.

"Não considero falta de ética. É uma responsabilidade grande, quando você senta na cadeira, não deixa a roda parar, e eu tinha que encontrar a maneira menos custosa. O ideal seria encontrar outra maneira de resolver que não fosse com dinheiro de cartola. Infelizmente, não encontrei", lamentou, avisando que não deseja mostrar os números de seus empréstimos publicamente.

"Não trato os números do Palmeiras na opinião pública, mas são 100% transparentes no COF e foram 100% expostos ao Conselho. A torcida não tem compromisso absolutamente nenhum com a administração. Expor números do clube não é correto", defendeu.

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