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Volante foi liberado para o velório do irmão, na Bahia, e se reapresentou no Rio de Janeiro para o jogo da Copa do Brasil

O volante Pierre deu um exemplo de profissionalismo ao entrar em campo contra o Flamengo nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil . O jogador vive um drama familiar com o assassinato do irmão no interior da Bahia, mas, mesmo assim, jogou contra os cariocas e ainda foi o capitão da equipe. A diretoria do Atlético-MG liberou o jogador para o velório na terça-feira, e Pierre se reapresentou ao time já no Rio de Janeiro.

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"O Levir me premiou com essa incumbência. Fico feliz pelo carinho. Dei o meu limite, pois foram duas noites viajando. E tive essa oportunidade de ser o capitão. Só fico triste pelo time não ter alcançado o resultado", declarou o atleta, que é um dos xodós da torcida atleticana.

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Pierre revela que contou com a força da família para superar as adversidades e jogar. "Tive o apoio dos familiares, do meu pai e da minha mãe, da minha esposa. Foi na base da superação, porque é um momento bastante difícil. Pegou a família toda de surpresa. Agora é erguer a cabeça. Vida que segue. Esperamos coroar esse momento difícil com a classificação em BH", declarou.

O técnico Levir Culpi fez questão de elogiar a atitude de Pierre. Por isso, premiou o atleta com a braçadeira de capitão. "A braçadeira de capitão foi por uma atitude de um atleta, que passou o que passou, e estava aqui para jogar. São situações como essa que me fazem continuar no futebol, que ainda me fazem sentir prazer em estar aqui", disse.

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