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Revelação do Corinthians ainda está se acostumando com o assédio de torcedores e lembra de idolatria pelo ex-atacante

Foram poucos meses entre a aparição como um dos destaques do time júnior do Corinthians na Copa São Paulo de Juniores e a titularidade no time principal. Companheiro de ataque do peruano Paolo Guerrero nas últimas partidas da equipe, o jovem Malcom, de 17 anos, ainda se acostuma com o assédio dos torcedores. Nesta segunda-feira, ele e Petros participaram da 5ª Festa do Dia das Crianças do Projeto Social Time do Povo, promovida pelo clube no Parque São Jorge.

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"É um prazer imenso estar aqui hoje. É minha segunda participação, também estive aqui na Páscoa. Só não gostei muito de ser chamado de tio, mas ser ídolo da criançada é um prazer muito grande para mim", disse Malcom, cercado por crianças que esperavam um autógrafo do jovem jogador.

O evento, que reuniu cerca de 300 crianças de duas entidades da Zona Leste da capital - Centro Social Santa Luzia e Centro Educacional Comunitário São Pedro - , fez Malcom se lembrar da época em que atuava nas categorias de base do Corinthians e tietava os jogadores profissionais.

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"Olhei para uma menina que estava chorando. E me lembrei que quando vi o Ronaldo aqui pela primeira vez, eu chorei para caramba. Para mim, não tem preço isso (participar de ações sociais do clube)", afirmou.

Esforçando-se para tentar concluir o ensino médio, Malcom, que está no segundo ano, diz contar a ajuda dos companheiros mais experientes - principalmente Guerrero - para se firmar como titular do Corinthians.

"(Guerrero) fala para eu não ter medo, pegar confiança e ir para cima do lateral e do zagueiro. Passa bastante incentivo para mim, não só ele como todo o time. O pessoal mais experiente passa muita confiança para mim", completou.

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