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Atacante que costuma jogar pelo lado do campo pode ser utilizado centralizado, já que Jô e André vivem seca de gols

Os atacantes do Atlético-MG têm encontrado dificuldade para marcar gols, principalmente Jô, que não balança as redes há 22 jogos: 19 partidas com a camisa do Galo e três jogos pela seleção brasileira. O reserva imediato é André, que além de não marcar gols nunca conseguiu ter a confiança da torcida. Sem saber o que fazer, a última alternativa que falta ser testada pelo técnico Levir Culpi é usar o jovem Carlos na posição de centroavante.

Carlos, atacante do Atlético-MG, pode atuar como centroavante
Divulgação/Atlético-MG
Carlos, atacante do Atlético-MG, pode atuar como centroavante

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A revelação da base alvinegra tem aproveitado bem as oportunidades dadas pelo treinador, e afirma que ser for preciso atua sem problemas na condição. "Não estou sabendo disso, mas se quiser, espero poder aproveitar. Joguei como centroavante antes e espero ter um aproveitamento bom", disse Carlos, que afirma que prefere atuar pelos lados do campo. "A bola aérea não seria tão boa para mim. Gosto mais de jogar pela beirada, com mais velocidade. Mas se tiver de jogar como centroavante, vou fazer o melhor", garantiu.

Carlos tem sido titular nos últimos jogos, mas ainda não marcou gols, o que o atleta espera que aconteça de forma natural, de preferência, no jogo deste domingo, contra o Grêmio. "Estou trabalhando forte, jogando bem e o gol vai sair naturalmente", comentou.

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