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País tem sido alvo de críticas por conta da situação política atual e do momento de tensão com a Ucrânia

Reuters

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa da inauguração da Otkrytie Arena, em Moscou, um dos estádios para a Copa 2018
Reuters/Sergei Karpukhin
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, participa da inauguração da Otkrytie Arena, em Moscou, um dos estádios para a Copa 2018

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou nesta sexta-feira que espera que a Rússia não perca o direito de sediar a Copa do Mundo de 2018 após os clamores ocidentais para que o país não realize o torneio.

Indagado se existe esse risco devido à complicada situação política atual, Putin respondeu: “Espero que não. A Fifa já disse que o futebol e o esporte não têm a ver com política, e acho que esta é a abordagem certa”.

Membros do alto escalão da entidade que controla o futebol mundial reunidos em Mônaco não estavam cientes dos comentários de Putin quando foram abordados pela Reuters, e por isso não comentaram. O departamento de mídia da Fifa não estava disponível para contato de imediato.

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Moscou tem enfrentado pedidos para que o evento esportivo seja transferido para outro lugar por causa de seu papel na crise na Ucrânia.

Os senadores republicanos dos Estados Unidos Dan Coates e Mark Kirk citaram a exclusão da antiga Iugoslávia da Euro 1992 e da Copa de 1994 por conta das guerras nos Bálcãs quando fizeram o apelo em carta à Fifa.

Em julho, a Fifa declarou estar comprometida com a Copa do Mundo de 2018 na Rússia, argumentando que um boicote não seria uma maneira eficaz de reduzir as tensões na região.

A Rússia irá sediar o Mundial em 12 estádios em 11 cidades, sendo duas arenas em Moscou.

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