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Jogador inglês discutiu no Twitter com Yossi Benayoun, seu ex-companheiro de clube no Queens Park Rangers, da Inglaterra

Barton, jogador do Queens Park Rangers, se posicionou sobre o conflito na Faixa de Gaza
Getty Images
Barton, jogador do Queens Park Rangers, se posicionou sobre o conflito na Faixa de Gaza

Famoso por provocar o atacante brasileiro Neymar nas redes sociais, o meia inglês Joey Barton foi protagonista de mais uma polêmica. O jogador do Queens Park Rangers-ING discutiu com Yossi Benayoun, ex-companheiro de clube e ídolo da seleção de Israel, por divergências quanto ao conflito envolvendo judeus e palestinos no instável território de Gaza.

O início do debate no Twitter foi provocado por Barton, que criticou a morte de crianças palestinas inocentes, reclamando do "silêncio do mundo ocidental". Sem demorar, Benayoun revidou a postagem, com tom áspero. "Há coisas que nunca mudam. Já foi estúpido e será estúpido por toda a vida. Vergonhoso", publicou.

Depois, os jogadores passaram a trocar ofensas. Com discurso ácido, Barton discordou do israelense e aproveitou a oportunidade para zombar de sua grafia na língua inglesa. "Em primeiro lugar, você não pode chamar alguém de estúpido com essa gramática ruim. Em segundo, não pode e não deve matar crianças inocentes. Em terceiro, você não pode remover pessoas de suas terras por causa de um livro de ficção escrito há milhares de anos. Por fim, mas não menos importante, eu espero que você e sua família estejam seguros e permaneçam assim durante este tempo terrível. Eu não tenho problemas com uma pessoa que quer ser religiosa. Porém, tenho problemas com pessoas que matam outras pessoas em nome de religiões", discorreu em uma série de tuítes.

Após passagem pelo futebol inglês, Benayoun defende o Maccabi Haifa e estava em campo no duelo de sua equipe contra o Lille, que terminou com agressão a atletas do clube israelense . Muitos dos manifestantes que invadiram o gramado traziam contigo a bandeira da Palestina em mãos.

Por causa da instabilidade entre os povos, a Uefa confirmou que o território israelense está proibido de receber partidas da Liga dos Campeões , bem como da Liga Europa . No período compreendido entre os últimos 17 dias, autoridades contabilizam um contingente superior a 730 mortes de palestinos - a maioria civil -, contra 34 do território judeu.

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