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Segundo o presidente do clube, a única dívida correspondia a adicional trimestral de um atleta, que não teve o nome revelado

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo
Djalma Vassão/Gazeta Press
Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo

Nas últimas semanas, as questões salariais vieram à tona no São Paulo . Após uma denúncia de pendências financeiras no elenco, o presidente Carlos Miguel Aidar mostrou-se irritado com as especulações e tratou de discorrer sobre o tema. Segundo o mandatário tricolor, a única dívida a quitar correspondia a um adicional trimestral de um jogador, que não teve seu nome revelado.

"Se há um clube neste país que não deve nada a ninguém é o São Paulo. Nem pendências fiscal possuímos. O que houve foi uma falha no controle do clube, que não bancou o adicional trimestral de um atleta. Porém, já acertamos o valor, no dia seguinte à denúncia. Aqui nunca houve atraso, seja salário, premiação ou direito de imagem", revelou.

O mesmo jogador, segundo Aidar, utilizou a imprensa, por meio de seu empresário, para denunciar um cotidiano inexistente no clube. "O que realmente ocorreu foi má intenção de ambas as partes. O empresário levou a notícia para a mídia, por causa deste adicional, e criou uma mentira, pelo fato do jogador dele não ser escalado. Porém, aqui ninguém ganha a titularidade no grito. A repercussão foi tão absurda a ponto de jogadores virem à público nos defender", sintetizou, relembrando a declaração do atacante Alan Kardec.

Por fim, o mandatário revelou que não teve nenhuma conversa com o jogador por causa do impasse. "Não dou atenção para empresário. Quem está no São Paulo sabe como trabalhamos. Isso é muito revoltante e descabido, mas não pretendo falar com o atleta. Só aviso que o espaço entre os 11 é conquistado dentro de campo", completou.

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