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Ira do treinador foi pelo cartão amarelo aplicado a Jadson, que tira o meia do clássico contra o Palmeiras

O empate por 0 a 0 entre Vitória e Corinthians , neste domingo, não teve lances que provocaram grandes polêmicas entre os jogadores. Ainda assim, o técnico Mano Menezes concentrou as suas críticas no árbitro Heber Roberto Lopes após a partida realizada no Barradão.

"A gente sabe como o Heber apita o jogo: devagar, segurando, para não correr muito. Ele apita uma faltinha, faz um discurso de cinco minutos, enxerga um cartão amarelo para o Jadson que ninguém enxergou... E, depois de tudo isso, dá só dois minutos de acréscimo", protestou Mano, irritado.

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O inconformismo do treinador corintiano com a punição a Jadson tem explicação. Foi o terceiro cartão amarelo mostrado ao meia, que virou desfalque por suspensão no clássico com o Palmeiras, no domingo, em Itaquera. "O Jadson não é de fazer faltas", continuou a se queixar.

Em relação ao estilo cadenciado do árbitro, Mano se enervou porque o Corinthians criou a maior parte de suas poucas chances de gol nos minutos finais de partida. Ele acredita que o time poderia ter obtido o resultado positivo se houvesse mais tempo. "Pela minha soma, o certo seria ao menos cinco minutos. E, se o meu time está jogando e pressionando, quero o tempo integral", justificou.

Mano só ponderou que o ataque a Heber Roberto Lopes não servia para esconder as falhas do Corinthians em Salvador. A equipe paulista foi pouco produtiva ofensivamente. "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa", disse o técnico, que aceitou contestações sobre as suas substituições tardias. "Mas, se mexo muito cedo, daqui a pouco fico com dez jogadores e corro o risco de perder o jogo", concluiu.

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