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Operários que fecharam a Avenida Getúlio Vargas, nos arredores do estádio, por algumas horas

O dia começou tumultuado para os curitibanos que passaram nas imediações da Arena da Baixada. Palco de quatro partidas na Copa do Mundo, o estádio deve seguir em obras nos próximos meses para se readequar ao projeto do Atlético-PR , como as novas cabines de imprensa e o teto retrátil. Porém, antes de sonhar alto, a diretoria terá de pagar os operários que fecharam a Avenida Getúlio Vargas por algumas horas.

Empreiteiros, empresários, funcionários, todos insatisfeitos com a postura da diretoria do clube, cruzaram os braços e foram cobrar a conta na sede administrativa do Atlético. Eram cerca de 40 pessoas, mas, revoltadas o suficiente para ameaçar invadir o local e fechar uma das pistas da avenida, prometendo ainda colocar tratores e máquinas para travar de vez o trânsito na capital paranaense.

Segundo os manifestantes, ficou acordado, anteriormente, o pagamento de dívidas ate o dia 15 de junho. Passado o prazo e a realização dos jogos, nada foi depositado. Após um princípio de confusão, alguns representantes do movimento foram recebidos, agora com a promessa de que tudo será acertado ainda esta semana.

Nem diretoria nem representantes da CAP/SA, através do presidente Mário Celso Petraglia, se pronunciaram oficialmente.

Durante a reforma, a Arena da Baixada ficou ameaçada de ser retirada da competição devido a atrasos no cronograma de obras e de repasses de verba. Em uma ação conjunta, todas as esferas de governo, além do clube, se empenharam para tornar possível a disputa das partidas. O pagamento das despesas, no entanto, nunca foi consenso.

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