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Diretoria espera que volante se acerte com o Udinese, da Itália, para usar dinheiro da negociação na contratação do atacante do Atlético-PR

Guilherme, volante que pode trocar o Corinthians pela Udinese
Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians
Guilherme, volante que pode trocar o Corinthians pela Udinese

O Corinthians está trabalhando em duas negociações que deverão fechar o seu elenco para o segundo semestre. A diretoria aceitou a proposta da Udinese pelo volante Guilherme - que ainda precisa se acertar com o clube italiano - e espera que a entrada do dinheiro ajude na contratação do atacante Marcelo, do Atlético-PR.

Caso não apareçam surpreendentes entraves nas tratativas de Guilherme com os italianos, a venda do meio-campista será de 4 milhões de euros (cerca de R$ 12 milhões). Como tem 30% dos direitos econômicos do atleta de 23 anos, a agremiação do Parque São Jorge receberá aproximadamente R$ 3,6 milhão.

Embora insuficiente para fechar a conta, a grana é importante na negociação com Marcelo. Já foi fechado o valor a ser pago ao Atlético-PR por 50% dos direitos econômicos jogador de 22 anos - 5 milhões de euros, o equivalente a pouco mais de R$ 15 milhões -, e o Corinthians tenta reunir o montante necessário. A negociação é chamada de "difícil e complexa" pelo diretor de futebol Ronaldo Ximenes pelas condições do pagamento. O clube paranaense exige uma entrada de 2 milhões de euros (cerca de R$ 6 milhões), com o parcelamento do restante, e há pressa para a solução da questão - o atleta pode estourar o limite de jogos permitido no Campeonato Brasileiro antes de uma eventual transferência.

"Estamos fazendo esforços para que isso seja possível até o final desta semana ou o começo da próxima. Tem de ter uma definição. Gostaria que desse certo, mas é difícil, as cifras não são das mais convidativas. Gostaríamos muito de ter o Marcelo, mas não podemos fazer um esforço descomunal e colocar sob risco as finanças do clube. A gente vai até onde pode", comentou Ximenes.

Acreditando bastante no potencial de uma venda futura, o time trabalhava inicialmente com a ideia de comprar 50% dos direitos econômicos do atacante sem a ajuda de investidores. É possível, porém, que o auxílio seja necessário para a conclusão da questão.

* Com Gazeta

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