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Com o dinheiro, time evitou que completasse três meses de atraso, o que abriria a possibilidade para alguns jogadores conseguirem na Justiça a liberação do clube

Na noite de segunda-feira, na mesma data que fechou acerto para ter seus uniformes produzidos pela Umbro , o Vasco conseguiu arcar com as folhas de abril e maio, mas somente graças a um empréstimo de R$ 8 milhões obtidos junto à Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro).

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O presidente da entidade, Rubens Lopes, tratou do acordo diretamente com Dinamite, em negociações que contaram ainda com Eurico Miranda, presidente do conselho de beneméritos e favorito na eleição presidencial.

Com o dinheiro, o Vasco evitou que completasse três meses de atraso, o que abriria a possibilidade para alguns jogadores conseguirem na Justiça a liberação do clube, podendo se transferir para outra equipe. Agora, apenas a folha salarial de junho está em atraso e os dirigentes contam com algumas receitas, como a da própria Umbro, para colocar a situação em dia.

A situação financeira do Vasco pode ter precipitado inclusive o acordo com a nova fornecedora esportiva. Isso porque o clube vem lutando contra atrasos salariais que afetam jogadores e funcionários e precisa de dinheiro em caixa o quanto antes para resolver a questão de uma vez.

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