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Atacante fez seu quinto gol em seis jogos pelo Palmeiras e repetiu o gesto de uma faca no pescoço nas comemorações

Henrique fez o gol que garantiu a vitória sobre o Figueirense
Miguel Schincariol/Getty Images
Henrique fez o gol que garantiu a vitória sobre o Figueirense

O gol que garantiu a vitória por 1 a 0 do Palmeiras sobre o Figueirense nesta quinta-feira foi o quinto de Henrique em seis jogos no clube. A consequência foram gritos e cânticos com o nome do atacante, que viu e atendeu ao pedido de uma garota em cartaz solicitando sua camisa como presente de aniversário. Mas o centroavante não se empolga.

"Ainda está muito longe de ser ídolo e tenho consciência disso. Deixo empolgação e euforia para o torcedor porque sei que a cobrança aqui dentro é muito forte. É me manter assim porque, devagarzinho, vamos conquistando espaço", comentou, já deixando, porém, uma marca.

Como ocorreu em seu último gol, na vitória sobre o Sampaio Corrêa na semana passada, Henrique partiu para a torcida após balançar as redes raspando a mão direita no pescoço, simulando uma faca. Uma comemoração de matador. "Pode ser a minha marca. Tem vez que vou continuar com essa comemoração porque está dando certo. Vamos ver o que nos espera", sorriu.

A felicidade o impedia até de lembrar do cabeceio com o corpo curvado para baixo em seu gol. "O William Matheus foi muito bem na cavada, o Diogo disputou a bola com o Thiago Heleno e ela sobrou para mim. Não sei se foi com a cabeça ou com o joelho, só vendo o replay agora para saber, mas consegui colocar nas redes."

Assim, fez a festa da torcida. Mas nada para se empolgar. "A torcida está sendo muito importante. Queremos o torcedor do nosso lado, na vitória ou na derrota. Sabemos que teremos muitas dificuldades no caminho e eles são de suma importância. Com o espírito de dedicação e o que fazemos em campo, colhemos os frutos", apontou, apelando para a união do elenco.

"O mais importante é a equipe, e cada um vem mostrando seu valor. Temos trabalhado muito forte na marcação e conseguimos fazer o que conversamos: aproveitar com a bola no pé e um ajudar o outro sem a bola. Quem veio ao estádio presenciou isso. Estamos tentando ser mais fortes na raça, na técnica e na união. Assim se faz um grupo vencedor", ensinou o artilheiro do time.

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