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Alberto Valentim diz não saber quando o novo comandante será contratado, mas descarta possibilidade de ficar no comando da equipe. Dorival e Gareca são estudados

Alberto Valentim tem duas vitórias como interino do Palmeiras
Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação
Alberto Valentim tem duas vitórias como interino do Palmeiras

Há uma semana, Alberto Valentim deu a sua primeira entrevista coletiva como técnico do Palmeiras dizendo não ter nenhuma esperança de ser efetivado, e mantém o discurso mesmo após duas vitórias consecutivas. O interino se prepara para comandar o time contra o Vitória, no domingo, sem duvidar que é questão de tempo a chegada do substituto de Gilson Kleina.

"Sinceramente, não sei em qual jogo, se é daqui um ou dois jogos, mas tenho certeza de que algum treinador vai chegar", disse Alberto, que assumiu um time que não vencia há três jogos e, no comando, alcançou vitórias sobre Goiás e Sampaio Corrêa, garantindo o clube na terceira fase da Copa do Brasil. Mas nada que o empolgue.

"As coisas estão muito claras e entendo muito bem o que a diretoria está fazendo. Às vezes, você fala da boca para fora porque tem que ser falado assim, mas não tenho pensado mesmo que, se vencer três jogos, podem me colocar. Só penso a cada dia no adversário que joga contra nós", falou o ex-lateral direito.

A diretoria não sabe quem quer e tem feito entrevistas com possíveis candidatos ao cargo que está vago há oito dias. Os nomes mais cogitados são Dorival Júnior, Vanderlei Luxemburgo e o argentino Ricardo Gareca, já que Ney Franco acertou com o Flamengo e Arce não quis nem conversar. Mas Renato Gaúcho, Jorginho, Caio Júnior e Emerson Leão também figuram como opções.

Ciente de sua condição momentânea, Alberto nem comenta as decisões - ou indecisões - do presidente Paulo Nobre, do diretor executivo José Carlos Brunoro e do gerente de futebol Omar Feitosa, todos incumbidos de encontrar alguém para comandar o time. Sem nenhuma pressa.

"Não sei nem quais são os nomes. Olha os pepinos que tenho para escalar. Se pensar em treinador, estou morto", sorriu Alberto. "Eu não gostaria de falar se o treinador vem de fora ou é brasileiro. Essa parte é da diretoria e vão resolver muito bem, estão procurando um nome que vai nos ajudar bem", prosseguiu o interino, a caminho do terceiro jogo à frente do time.

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