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Wilfredo Brillinger, que não votou na eleição presidencial da CBF, disse que o departamento jurídico do clube está atento

O presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, preferiu não dar seu voto para a eleição presidencial da CBF realizada nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro. Segundo o mandatário do clube catarinense, que esteve presente na Assembleia Geral da entidade, foi uma "decisão pessoal" não ter garantido seu direito.

Brillinger, apesar da liminar que põe o Icasa na Série A e retira o Figueirense da elite nacional, demontra tranquilidade ao falar do assunto e diz ter certeza de que seu clube seguirá na Primeira Divisão.

"De acordo com o que eu pensei essa noite, achei que não devia votar. Foi uma surpresa essa decisão de terça, mas a liminar não tira o Figueirense da Série A. Está tudo muito confuso, mas estou com meu departamento jurídico mobilizado. Tenho certeza que o Figueirense vai permanecer na Série A porque conquistou essa vaga dentro de campo", comentou Wilfredo.

De acordo com o estatuto da CBF, os 20 clubes da 1ª divisão do futebol brasileiro e as 27 federações estaduais têm direito a voto. O Icasa conquistou uma vaga na Série A, por meio de uma decisão liminar adquirida na 4ª Vara Cível do Rio e, no entanto, o presidente do clube cearense não conseguiu participar da votação.

Se tudo ocorrer bem pelos lados de Florianópolis, o Figueirense estreia já neste sábado contra o Fluminense no Maracanã, às 18h30. É o que garante o dirigente. "Nossa programação está toda mantida e o Figueirense já está viajando para cá (o Rio de Janeiro). A parte operacional, logística e técnica não muda nada", acrescentou.


* Com Gazeta Esportiva.

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