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Duelo contra o The Strongest será a 3.600 metros acima do nível do mar, o que beneficia quem tem chute forte

Ederson, atacante do Atlético-PR
Site oficial do Atlético-PR
Ederson, atacante do Atlético-PR

Mais de 3.600 metros acima do nível do mar. Esse deve ser o maior desafio do Atlético Paranaense em sua campanha na primeira fase da Libertadores. Precisando de um empate diante do The Strongest, o time vai encarar a temida altitude, mas, tenta procurar pontos positivos. O atacante Ederson, por exemplo, já pensa no efeito dos arremates.

"Essa altitude será mais fácil para nós que gostamos de chutar a gol e de longa distância. Pode ser um ponto favorável a nós. Vamos procurar aproveitar isso ao máximo. Procuramos treinar isso antes da partida, estas finalizações de fora da área", afirmou o jogador, que, na teoria, garante a eficácia. "Estamos com um bom aproveitamento, que esperamos repetir no jogo", completou.

O atacante já testou até técnicas para evitar que a bola suba demais ou vá para outra direção. "Temos que bater mais no meio da bola, uma batida mais reta. Estamos trabalhando bem isso. Nos treinamentos, estamos procurando bater de outra forma na bola, para não errarmos quando chegar lá", analisou.

Principal goleador do Atlético na última e na atual temporada, Ederson vive a expectativa de fazer mais uma boa atuação e ajudar o grupo a sair de campo com mais um classificação para as oitavas de final, como aconteceu em 2005. "Espero participar bem da partida e trazer a classificação, que a nossa torcida merece muito", concluiu.

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