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Contratação do volante, que já defendeu o clube, é a principal meta do presidente Mário Gobbi para o Brasileirão

Elias defendeu o Flamengo em 2013
SATIRO SODRE/Gazeta Press
Elias defendeu o Flamengo em 2013

A contratação de Elias é a principal meta do presidente Mário Gobbi. Pelo menos até segunda-feira, quando a janela de transferências do exterior para o Brasil será encerrada. O Corinthians tem negociado incansavelmente com o português Sporting para satisfazer o desejo do técnico Mano Menezes e do próprio meio-campista, que defendeu o clube do Parque São Jorge entre 2008 e 2010 e estava no Flamengo.

"O que posso dizer para a torcida do Corinthians é que estamos fazendo todos os esforços para que o Elias volte a jogar conosco. O tempo é curto. Vamos batalhar até o último minuto para trazer esse presente. Não sei se vamos conseguir. O que prometo é trabalho. Espero que dê certo", comentou Gobbi, em entrevista coletiva concedida na tarde desta quinta-feira.

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O principal empecilho para a iniciativa do presidente ser bem-sucedida é financeiro. O Sporting está relutante em vender os 50% que detém dos direitos econômicos do meio-campista por menos de € 4 milhões (R$ 12,44 milhões), montante que o Corinthians não possui para investir. "As conversas são intensas, mas intensos também são os números. O Elias já é um jogador maduro, de 29 anos, e tem um valor de mercado alto. O Sporting não quer ter prejuízo. E, quando se trata de Europa, falamos em euros. A questão reside aí", comentou Gobbi.

Para solucionar a questão, o Corinthians pretende parcelar o pagamento ou convencer o Sporting a ceder Elias por empréstimo. "São algumas das hipóteses. Estamos buscando sanar uma série de coisas", disse o mandatário, que não trabalha mais com a possibilidade de incluir parceiros na transação. "Será feito por nós mesmos."

Mesmo que não obtenha êxito até segunda-feira, o Corinthians não desistirá de repatriar Elias em um futuro próximo. "Isso não acaba aqui. Como todos sabem, estamos em uma época de reformulação, como a de 2008, então a busca por jogadores não tem um período determinado. É algo constante. Vamos analisar tudo com calma para errar pouco", concluiu Mário Gobbi.

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