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Volante disse que não gosta de lembrar do primeiro jogo contra o Botafogo-SP e diz que foi o pior já feito no campeonato

Já se passaram quase 24 horas que acabou a primeira derrota do Palmeiras no centenário, mas a atuação nos primeiros 45 minutos da vitória do Botafogo por 3 a 1 ainda irrita Eguren. Escolhido para dar entrevista coletiva antes do treino da tarde desta segunda-feira, o uruguaio ainda não se conformou com o que ocorreu em Ribeirão Preto.

"Se penso no primeiro tempo, fico com raiva. Foi ruim, para não falar uma palavra mais forte", disse o jogador, que não viu uma intensidade fundamental para "times grandes e de primeira divisão" e, em suas respostas, não usou em nenhum momento os oito desfalques como argumento.

Eguren foi titular na partida contra o Botafogo-SP, domingo
Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação
Eguren foi titular na partida contra o Botafogo-SP, domingo

O volante só não encontrou ainda uma justificativa. "Às vezes, não há uma explicação palpável. Não sei por que entramos daquele jeito. Estivemos fracos, sem ganhar divididas, sem atacar da maneira certa, agressivamente. Se não estávamos bem, tínhamos que nos fechar, pegar força. Mas não fizemos nada", afirmou.

"Perder nunca é bom. A aprendizagem é que nunca podemos esquecer: não se pode entrar daquela maneira. Foi o nosso pior primeiro tempo do campeonato", definiu, indicando que a melhora no intervalo já era inútil. "Viemos mais fortes para o segundo tempo, mas, no futebol, um detalhe faz a diferença. Não se pode dar 45 minutos para o adversário."

Independentemente de quem volta a ficar à disposição, é obrigatório mostrar mais vontade na quinta-feira, no Pacaembu. "Se somos um grupo importante como dizemos, é porque cada um que está aqui tem nível para jogar no Palmeiras. Não podemos ficar falando que faltaram Leandro, Alan Kardec...", falou Eguren. "É aprender e esquecer. Agora precisaremos ter outra cara e intensidade contra o São Bernardo", exigiu.

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