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Recém rebaixado no Brasileirão, Palmeiras pegou rival campeão do mundo e deu muito trabalho há um ano

Lance do último duelo entre Corinthians e Palmeiras, em fevereiro de 2013
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Lance do último duelo entre Corinthians e Palmeiras, em fevereiro de 2013

No Palmeiras , a explicação para a campanha invicta, com seis vitórias e um empate, no Campeonato Paulista até agora é a humildade de respeitar e marcar todos os adversários. Gilson Kleina cobra que a mentalidade não mude para enfrentar o Corinthians neste domingo, lembrando que superação e camisa fizeram o elenco em reformulação alcançar o empate no Derby de 2013.

"Em clássico, as forças se equivalem. No ano passado, estávamos em um período de correção de elenco, tínhamos 20 jogadores, e conseguimos fazer um grande jogo pela tradição da camisa. Nesses jogos, entram superação e brio", enfatizou o treinador.

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Em 17 de fevereiro de 2013, também pela oitava rodada do Campeonato Paulista, Emerson Sheik abriu o placar, Vilson empatou e Vinicius aproveitou falha de Cássio para virar para o Verdão. Romarinho, contudo, saiu do banco para selar o 2 a 2, mas o Palmeiras teve a convicção de que se superou diante do atual campeão mundial.

Para o clássico deste domingo, ao exigir vontade, Kleina, na verdade, quer que o time não aceite o favoritismo que a campanha atribui. A ideia é que seja mantida a intensidade para anular as qualidades do rival como ocorreu na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, há duas semanas.

"A primeira coisa que precisamos pensar é manter o nível da atuação. Sabemos a força do adversário, mas não adianta querer fazer algo que não temos feito. Vamos tentar manter a dinâmica que conseguimos. A vontade de vencer é inerente, ainda mais em um clássico", comentou.

"Sabemos o que representa o jogo, mas precisamos de equilíbrio. São necessários talento e qualidade, mas, se deixarmos de fazer o que fazemos, perderemos muito em um jogo que é difícil e duro independentemente do momento", projetou o treinador.

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