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Palmeiras encara o São Paulo no final de semana pelo Paulistão e espera contar com o jogador chileno

Valdivia atuou em parte do duelo entre Palmeiras e Penapolense pelo Paulistão
Marcello Zambrana/Inovafoto/Gazeta Press
Valdivia atuou em parte do duelo entre Palmeiras e Penapolense pelo Paulistão

Assim que o árbitro apitou o fim do primeiro tempo da vitória do Palmeiras sobre o Penapolense , Valdivia puxou a perna direita e deu, ao menos, três passos mancando até adotar um andar mais equilibrado a caminho do vestiário. Mas a comissão técnica garante que o meia só foi substituído no intervalo porque essa era a programação, e o jogador mais caro do elenco alviverde promete atuar o tempo que aguentar contra o São Paulo, no domingo.

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"Vou jogar o que der para jogar. Se são 90, 100, 20 minutos, vou jogar. Tem um treinador que manda e decide. Não sei nem se vou ser escalado ainda, quem decide é o treinador", comentou o camisa 10, saindo de seu segundo jogo no ano após ter uma semana a mais de trabalhos físicos do que seus colegas na pré-temporada.

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O chileno, contudo, tem cumprido a estratégia traçada pelo clube. Gilson Kleina se convenceu de que o armador precisa de, ao menos, dois dias para se recuperar e, pensando no clássico e também em evitar uma nova sequência de lesões, tratou de sacá-lo no intervalo.

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"O Valdivia saiu, estritamente, porque era o que planejamos. Foram mais 45 minutos, mais um tempo, mais ritmo para ele fazer o seu terceiro jogo", afirmou o treinador, minimizando a fraca atuação do caro meio-campista e ressaltando a sua importância para o clássico diante do São Paulo.

"Poderíamos estender a sua permanência hoje (quinta-feira), mas correríamos riscos. Todos os jogos são importantes, mas, se você puder levar jogadores especiais com força e qualidade para o clássico, vai nos ajudar muito. Não podemos correr o risco de perder um jogador que pode fazer a diferença. Temos que rechear o time de craques do nosso lado e espero contar com ele neste jogo muito importante", falou Kleina.

Valdivia foi um dos últimos a deixar os vestiários no Pacaembu, caminhando normalmente até o ônibus que levaria a delegação diretamente para o resort que abrigará todos concentrados até sábado, véspera do primeiro clássico na temporada.