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"Não existe mágica, tem que achar o ponto de equilíbrio", avisou o técnico do Corinthians

Mano Menezes assumiu o Corinthians com a missão de tornar mais criativo um time que tomava pouquíssimos gols, mas tinha enorme dificuldade para fazê-los. Em quatro jogos até aqui, a equipe balançou a rede quatro vezes e foi vazada em sete oportunidades, a maior parte delas na derrota por 5 a 1 para o Santos , na última quarta.

Corinthians não levava cinco gols desde a campanha do rebaixamento

Achar o equilíbrio - palavra tão utilizada por seu antecessor, Tite - é o que busca o treinador alvinegro. É verdade que o time se abriu em busca do empate e que o abatimento tomou conta, mas houve vários momentos na Vila Belmiro em que a falta de proteção à defesa ficou extremamente evidente.

Mano Menezes, técnico do Corinthians
Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians
Mano Menezes, técnico do Corinthians

"A equipe tinha um sistema defensivo muito sólido e tomava poucos gols, mas pagava um preço na parte ofensiva. A primeira modificação que fizemos foi no sentido de criar mais, mas não pode se desorganizar como se desorganizou para fazer mais gols", comentou Mano.

Mano diz que "faltou tudo" em jogo "inadmissível", e reclama da arbitragem

Até domingo, quando o Corinthians enfrentará a Ponte Preta em Campinas, o comandante tentará buscar soluções para evitar a terceira derrota seguida. "Não existe mágica, tem que achar o ponto de equilíbrio. Não podemos ser vulneráveis como fomos contra o Santos."

Em uma de suas justificativas para a atuação terrível na Vila, Mano citou justamente o fim ruim da era Tite. De acordo com o atual técnico corintiano, o planejamento para o início da temporada foi diferente do realizado pelo adversário pela má impressão deixada em dezembro.

"O Santos protegeu os seus titulares nas primeiras rodadas. O Corinthians começou com o seu time principal porque terminou o ano passado com uma imagem muito negativa", afirmou o comandante, pouco antes de pedir que todos assumam a responsabilidade pela goleada sofrida.


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