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Orlando Cordeiro de Barros pede quebra de sigilo telefônico de Osvaldo Sestário para desfazer mistério

A Portuguesa deu sua versão ao Ministério Público nesta quarta-feira sobre o caso envolvendo o jogador Heverton, que acabou resultando no rebaixamento para a Série B após decisão do STJD. Acabada a audiência, o vice jurídico do clube, Orlando Cordeiro de Barros, contestou Osvaldo Sestário, advogado que teria errado ao não informar a diretoria sobre a suspensão do jogador no último Brasileirão. 

Relembre o protesto feito por torcedores da Portuguesa contra a decisão do STJD

Acusado de ter errado por não ter comunicado, Sestário defendeu-se mostrando sua conta telefônica com duas ligações feitas a Valdir Rocha, antigo diretor jurídico da Portuguesa. "Não dá para saber o que foi falado. Quebrar o sigilo telefônico seria esclarecedor", afirmou Barros.

Além de contestar o advogado, o atual vice jurídico da Portuguesa repudiou a proposta da CBF de um adiantamento de R$ 4 milhões, desde que o clube retire as ações na Justiça e se comprometa a jogar a Série B. "Fomos surpreendidos pela cláusula e não aprovamos", disse.

Segundo ele, a Portuguesa continuará fazendo tudo o que estiver ao seu alcance para permanecer na primeira divisão. "Está aberto o inquérito, vamos aguardar. Eu entendo que o clube deve entrar na Justiça comum, mas não sei o que será feito. Em tese, fomos rebaixados, mas estamos lutando pelos nossos direitos", declarou, antes de apontar mais um problema decorrente de toda esta situação.

"A Portuguesa é o único time que não está nem na Série A, nem na Série B. Não tem orçamento definido para fazer planejamento. A Portuguesa só trabalha com a hipótese de permanecer na primeira divisão, lugar que conquistou", encerrou.

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