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A esperança do clube era com Moreira, mas não houve acerto financeiro com o Libertad

O Palmeiras já anunciou sete reforços, mas Gilson Kleina espera que venham mais dois nomes para o centenário. O treinador ainda tem confiança na contratação do meia Bruno César, ex-Corinthians e vinculado ao Al Ahli, da Arábia Saudita, e cobra a chegada de um lateral direito depois do fracasso nas negociações com Moreira, do Libertad, do Paraguai.

Gilson Kleina, técnico do Palmeiras
Reprodução
Gilson Kleina, técnico do Palmeiras

Em relação a Bruno César, o meia, que chegou a atuar e ser dispensado pelo Palmeiras B, demonstrou vontade em vestir a camisa verde e as informações extraoficiais vindas do clube são de que já acertou salário. O Verdão, porém, não tem dinheiro para pagar nem o empréstimo por um ano do jogador e, por isso, espera que o Al Ahli consiga um substituto para ele e o libere de graça.

"O Bruno César estava no nosso mapeamento, pretendíamos contar com esse jogador. Cheguei a falar com ele e ficou superfeliz porque é oriundo da base e o Palmeiras entrou em contato com ele. Ainda não ficou definido, quem sabe mais para a frente. Se tiver um desfecho positivo, tem qualidade e vai nos ajudar muito", apontou Kleina.

Em relação à lateral direita, Luis Felipe treina com o grupo impedido de jogar, já que tenta usar um erro da diretoria na digitação de seu novo contrato para sair antes do fim do vínculo atual, em março. A esperança era com Moreira, mas não houve acerto financeiro com o Libertad e o grupo de investidores que detém parte de seus direitos econômicos.

"Estávamos atrás do Moreira, ele caberia bem na equipe por suas características técnicas. Mas fui informado ontem (quinta-feira) de que não há mais condição de negócio", lamentou Kleina, que chegou até a conversar com o paraguaio, que acertou salários e se empenhou, em vão, para concluir a transferência.

Como Bruno Oliveira, lateral direita vindo da base, machucou o joelho direito no dia 8 e ainda não tem condições nem de treinar, restou a Kleina improvisações na lateral direita. Além do volante Wendel e do zagueiro Luiz Gustavo, o técnico resolveu testar o meia-atacante Serginho enquanto ninguém chega para a posição.

"E não adianta contratar de qualquer maneira. Assimilei no meu tempo no Palmeiras que não basta só qualidade, mas também responsabilidade. Alguns já passaram aqui e não se firmaram, então querem que deem resposta nesse quesito", disse o técnico que, no ano passado, abriu mão dos então recém-contratados Ayrton e Weldinho na lateral direita.

Mas o treinador já gostou de poder contar com os zagueiros Lúcio, ex-São Paulo, e Victorino, ex-Cruzeiro, o lateral esquerdo William Matheus, ex-Goiás, o volante França, ex-Hannover, da Alemanha, o meia Marquinhos Gabriel, ex-Bahia, e os atacantes Diogo, ex-Portuguesa, e Rodolfo, ex-Rio Claro.

"Fizemos grandes contratações, jogadores que chegaram com muita vontade de disposição. Nossa prioridade para contratar é qualidade, e todos que vieram têm isso. Só é difícil falar em elenco fechado porque, às vezes, surge um grande nome no mercado ou alguém se interessa por um jogador que não está sendo usado", comentou Kleina.

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