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Estádio Moisés Lucarelli não recebeu liberação do Corpo de Bombeiros para receber público

A diretoria da Ponte Preta estava confiante em ter a liberação de seus torcedores para o jogo de estreia no Campeonato Paulista, mas uma ordem do Corpo de Bombeiros de São Paulo indicou que a partida contra o ituano, às 17 horas (de Brasília), será realizada com portões fechados. De acordo com o presidente do clube, Márcio Della Volpe, a corporação de Campinas havia permitido a realização do confronto no Moisés Lucarelli, mas uma decisão da capital paulista mudou o panorama.

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"Um guarda-corpo que foi feito por ordem dos bombeiros, com 1m10, embaixo da área do placar eletrônico, estava com um vão de 30 centímetros e eles pediram que fosse 15. Como não havia mais tempo para mudar, os bombeiros daqui concordaram com uma liberação parcial. No entanto, a corporação em São Paulo disse que ainda assim isso implicaria em falta de segurança e recomentou que o Auto de Vistoria que libera o Majestoso não fosse emitido", explicou o mandatário.

Em princípio, a Ponte Preta teria a liberação para a entrada de oito mil torcedores, mas com a decisão desta sexta-feira, restou ao clube campineiro o pedido de desculpas. Márcio Della Volpe, no entanto, aproveitou a decisão para colocar sob questionamento a conduta adotada pelo Corpo de Bombeiros. O presidente espera que o mesmo rigor seja mostrado na verificação de condições de seguranças em outras praças esportivas.

"Pedimos desculpa ao torcedor. Por mais que acreditemos que o rigor com o Majestoso é excessivo, não é o mesmo aplicado em outros estádios em que inclusive jogamos, tínhamos que cumprir nossa parte. Começamos a cumprir exigências desde setembro do ano passado para este ano, houve mudanças no percurso em novembro e dezembro por causa daquele problema com o São Paulo, e acabou ocorrendo isso. Para o ano que vem iremos nos antecipar ainda mais e já começar no início do ano a resolver quaisquer possíveis restrições futuras, para que isso nunca mais ocorra", completou.

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