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Sócio do clube acusou o presidente Sandro Rosell de desviar R$ 130 milhões na transação para trazer brasileiro

Contrato de Neymar  é acusado de apresentar valor fictício para enriquecer o presidente do clube
Manu Fernandez/AP
Contrato de Neymar é acusado de apresentar valor fictício para enriquecer o presidente do clube

O Barcelona se defendeu em uma nota oficial das acusações referentes à contratação do atacante Neymar . O clube reiterou a lisura da negociação, chamando de "infundado e imprudente" o processo no qual o promotor José Perals, da Audiência Nacional, pede maiores informações sobre os contratos.

A investigação acontece porque um sócio do Barcelona acusou o presidente Sandro Rosell de desviar 40 milhões de euros (cerca de R$ 130 milhões, na cotação atual) na transação. Assim, os valores divulgados seriam "fictícios", algo contestado no texto da agremiação catalã.

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"O Barcelona quer expressar sua indignação mais forte em relação ao pedido do promotor da Audiência Nacional sobre a assinatura de Neymar. (...) É incomum que o Ministério Público, depois de ter solicitado os contratos com o jogador e as contas anuais do clube, solicite agora um novo procedimento", diz o clube.

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"Tem-se estendido desnecessariamente um processo que sempre consideramos infundado e imprudente. A operação (...) era complexa, uma engenharia a ser negociada. Nossos concorrentes estavam dispostos a fazer a mesma operação e por muito mais dinheiro, mas o FCB se adiantou", acrescenta.

A argumentação do Barcelona questiona ainda o que a acusação chama de "simulação do contrato". De acordo com o clube, o molde do negócio "não constitui um crime" e "o Ministério Público comete um erro ao entender o contrário".

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