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Jogador do Santos viu de perto o quanto ex-atacante representa para o clube durante sua passagem por lá

Léo, lateral do Santos
Flickr/Santos F.C.
Léo, lateral do Santos

Com qualquer jogador que já vestiu a lendária camisa do Benfica, o experiente lateral do Santos Léo sentiu e pode ver, de perto, o tamanho que Eusébio tem para os fãs do clube. Com passagem por lá entre 2005 e 2009, o brasileiro não deixou de lamentar a morte do craque, neste domingo, aos 71 anos, por causa de uma parada cardiorrespiratória.

"Passei quatro anos no Benfica e pude testemunhar o que Eusébio representa para Portugal. Encontrei com ele algumas vezes e era sempre uma grande emoção, por tudo o que fez na história do clube e do futebol do país. Fiquei muito triste com a informação de sua morte e quero transmitir o meu sentimento para seus familiares e todos os torcedores benfiquistas", declarou o santista.

O Santos, aliás, é o clube brasileiro que teve mais história com o Pantera Negra. Em 1962, o clube da baixada conquistou seu primeiro título mundial exatamente sobre o Benfica de Eusébio, que foi derrotado por 3 a 2 no jogo de ida, no Maracanã, e por 5 a 2, na volta, em Lisboa. O craque português não balançou as redes no Rio de Janeiro, mas deixou a sua marca no segundo confronto. Quatro depois, o Pantera se vingaria de Pelé e Pepe ao anotar dois gols e liderar Portugal à vitória por 3 a 1, que eliminou a Seleção Brasileira da Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra.

Eusébio faleceu na madrugada deste domingo, em Lisboa, devido a uma parada cardiorrespiratória. O Pantera Negra já havia sofrido um AVC há dois anos, na Polônia. Craque do Benfica durante as décadas de 1960 e 70, ele conquistou 11 Campeonatos Portugueses e dois títulos europeus pelasÁguias. O auge do ex-atacante foi na Copa do Mundo de 1966, quando sagrou-se o artilheiro do Mundial ao marcar nove gols em seis jogos e liderou Portugal na campanha que resultou no terceiro lugar, a melhor posição do país na história do torneio.

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