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Presidente do Atlético-MG disse que o revés foi duro, mas nega vexame e vê o time mineiro como favorito ao bi da Libertadores em 2014

Do céu ao inferno em 90 minutos. Foi exatamente isso o que aconteceu com o Atlético-MG na disputa do Mundial de Clubes. O time mineiro chegou ao Marrocos sonhando em conquistar o mundo, mas acabou derrotado para o modesto Raja Casablanca, com uma exibição muito apática, que mereceu críticas do presidente Alexandre Kalil.

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O mandatário atleticano deixou claro que não gostou da postura da equipe. Segundo ele, sobrou estrelismo para os jogadores do Atlético-MG e faltou humildade para respeitar a equipe africana. Mesmo com o revés, Kalil avalia que o Galo tem tudo para voltar a disputar a competição em 2014, já considerando os alvinegros favoritos ao bicampeonato da Libertadores.

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"Agora é todo mundo mais humilde do que nunca. Em fevereiro, começa a Libertadores. Se tinha Pelé e gênio aqui, não tem mais. Todo mundo vai voltar à escala zero. Desse Mundial, sai o favorito para o bicampeonato da Libertadores. Essa é minha humilde opinião. A derrota é muito dura, tudo é muito duro. E ela é proporcional à alegria de quando nos candidatamos a vir para cá. Foi o pior jogo do ano do Atlético-MG", declarou.

No mundo inteiro a derrota do Atlético-MG repercutiu como um vexame, mas Kalil foi categórico ao afirmar que não existiu vexame alegando que se trata de um campeonato mundial. "Em Mundial, não tem vexame. É um Campeonato Mundial", disse.

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