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Gustavo Vieira, gerente executivo do clube, tentará contratar atletas que atuam no futebol italiano

Vargas é um dos nomes pretendidos pelo São Paulo
FERNANDO DANTAS / Gazeta Press
Vargas é um dos nomes pretendidos pelo São Paulo

Diante das dificuldades no mercado nacional, o São Paulo decidiu direcionar para o exterior seu foco de contratações. Para isso, o gerente executivo de futebol do São Paulo, Gustavo Vieira, viajou à Itália com a missão de intensificar negociações com jogadores que atuam na Europa.

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Um dos nomes em pauta no país é Eduardo Vargas, que pertence ao Napoli e disputou o Campeonato Brasileiro pelo Grêmio. O atacante chileno desperta interesse desde o final do ano passado e esteve próximo de reforçar a equipe antes de fechar com o clube gaúcho, em modelo de negócio não foi aceito à época pela diretoria paulista.

Assim como ocorreu nesta temporada, no entanto, o Napoli só deve aceitar um novo empréstimo com a premissa de que o jogador seja liberado no meio do ano caso receba proposta vantajosa para venda definitiva. Além de não aprovar essa ressalva, o São Paulo está atrás do Santos - que enviou dirigentes na semana passada - na disputa pelo reforço.

Mas Vargas não é a única motivação na jornada de Gustavo. Designado pelo presidente Juvenal Juvêncio para liderar as negociações, o dirigente deve passar ainda por ao menos mais um país do continente, provavelmente a Alemanha.

Logo após a eliminação na semifinal da Copa Sul-Americana, o técnico Muricy Ramalho cobrou reforços de ponta para 2014. A única contratação até o momento foi a de Luis Ricardo, lateral de 29 anos que defendia a Portuguesa e não foi um pedido seu.

"Se for para trazer jogador mais ou menos, é melhor não trazer. O São Paulo sempre foi diferente nisso, porque aqui não é para participar, é para ganhar título. Tem que ser de nível muito alto, senão eu não vou concordar. Tem que ter currículo para ser campeão", cobrou o treinador, na ocasião.

Juvenal, em contrapartida, avisou que não iria atrás de estrelas. "Quero o cara que joga mesmo, que carrega o piano. Estou precisando disso. As estrelas nem sempre dão certo", minimizou o mandatário.

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