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Principais jogadores do clube mineiro acreditam que falha no contra-ataque foi crucial para a derrota na semifinal

Time posado do Atlético antes do confronto contra o Raja
Amr Abdallah Dalsh/Reuters
Time posado do Atlético antes do confronto contra o Raja

Foi difícil de falar. Assim os jogadores do Atlético-MG classificaram o momento após a derrota por 3 a 1 para o Raja Casablanca, na semifinal do Mundial de Clubes da Fifa, em Marrocos. Dois dos principais atletas do elenco, Jô e Diego Tardelli, reconheceram o desempenha ruim e analisaram a derrota.

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"É difícil falar...Demos o nosso melhor dentro de campo, mas infelizmente no segundo tempo o time não encaixou. Somos uma equipe muito ofensiva e tentamos o gol toda hora. Depois que o Ronaldo (Gaúcho) marcou, tomamos um contra-ataque numa falha nossa de rodar a bola que acabou resultando no pênalti. Ficamos tristes e pedimos desculpas aos torcedores. Infelizmente foi complicado, é difícil falar", declarou Tardelli.

Jô também falou sobre o resultado e apontou a falta de paciência do time. "Deveríamos ter tido um pouco mais de paciência, pois saímos quase todo mundo e proporcionamos o contra-ataque e o pênalti. Faltou trabalharmos mais a bola para que pudéssemos fazer um gol no fim e vencer a prorrogação. Contra o Olimpia a gente teve essa paciência, desta vez não...Mas quando ganha, ganha todo mundo, e quando perde, perde todo mundo", disse.

Com a possível saída de Cuca, Tardelli garante que isso em nada atrapalhou o desempenho da equipe dentro de campo. "Em nada nos influenciou. Todos procuraram fazer o melhor dentro de campo. Ele (Cuca) armou da melhor maneira possível, colocou os jogadores que estavam jogando, infelizmente não deu", lamentou.


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