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Volante uruguaio se cobra pela conquista do Brasileirão, da Copa do Brasil ou da Sul-Americana em 2014

Eguren, volante do Palmeiras
Marcello Zambrana/Gazeta Press
Eguren, volante do Palmeiras

A segunda temporada de Eguren no Palmeiras será a do centenário do clube, e o uruguaio quer mais do que um troféu no ano que vem. O volante tem o sonho de ser campeão da Libertadores e confia que poderá realizá-lo em 2015. Por isso, se cobra pela conquista do Brasileiro, da Copa do Brasil ou da Sul-americana em 2014.

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"Em 2014, nossa meta é conquistar outro troféu e classificar o time para a Libertadores de 2015", indicou o meio-campista, cujo contrato acaba em dezembro de 2014. "Para mim é mais do que um objetivo, é um sonho. Penso em ser campeão da Libertadores, título que ainda não tenho, desde o meu primeiro dia aqui. Vou trabalhar todo dia quanto puder para comemorar esse torneio tão importante."

Identificado com a torcida desde sua contratação, já que era visto como razão para o criticado Márcio Araújo sair do time, o uruguaio ganhou chance como titular nas últimas rodadas da Série B do Brasileiro e terminou seus seis primeiros meses no Palmeiras com 13 jogos e dois gols. Estatísticas suficientes para ele entender a importância da próxima temporada.

"Atuei no centenário do Montevideo Wanderers, é uma temporada da qual todos vão lembrar. Temos que nos preparar muito bem. Sem contar que teremos nossa Arena, que será um grande diferencial", disse, feliz com a responsabilidade. "Agora, com o centenário se aproximando, não tem como esconder o sorriso no rosto. O ano de 2014 já está aí e, por isso, temos que descansar em dezembro para pegar energia e voltar ainda melhor. Será um ano especial."

A dedicação especial de Eguren é para a torcida. "É um 12º jogador. Nem todo time tem isso. Quando você está com as pernas cansadas, no final de um jogo, é um combustível para nós. No jogo contra o Paysandu, quando viramos no final, foi uma força importante. Gostei também do apoio incondicional da torcida, que, mesmo na Série B, se locomoveu pelo país inteiro para nos acompanhar", lembrou, satisfeito no Verdão.

"O Palmeiras é o que eu pensava. É um orgulho tremendo estar aqui. Conquistar um título em um time tão grande, então, é algo que valorizo muito. Gostei de tudo. O ambiente interno é ótimo. Todo empregado trabalha para frente, por objetivos. Para mim, a maior dificuldade foi jogar com a pressão de ganhar todos os jogos e em campos não tão bons para jogar uma boa bola", apontou, dizendo viver já em uma casa palmeirense.

"Além dos meus dois filhos, minha irmã já virou palmeirense, usa camisa e torce em casa inclusive. O Tiago, meu filho caçula, falava muito ainda do meu último clube (o Libertad), mas agora só fala de Palmeiras na escola e em todos os lugares. O Manuel, então, já me obriga a levá-lo ao estádio em todas as partidas", afirmou.

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