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Presidente da CBF se isenta de culpa da ida da Portuguesa à segunda divisão no lugar do Fluminense e diz ouvir Bom Senso

Jose Maria Marin, presidente da CBF
Paulo Mumia/VIPCOMM
Jose Maria Marin, presidente da CBF

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) se isentou de culpa pelo rebaixamento da Portuguesa por consequência de julgamento do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). No Marrocos para acompanhar o Mundial de Clubes, o presidente José Maria Marin chegou a se mostrar contrário à interferência judicial na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

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"Sou sempre favorável à decisão dentro de campo, mas esse é o meu pensamento de torcedor", ressalvou Marin, em entrevista ao SporTV , antes de desvincular a CBF do STJD. "O tribunal é totalmente independente. Não existe interferência nossa. E temos que respeitar a decisão", lembrou.

A diretoria da Portuguesa ainda não se conformou com a perda de quatro pontos pela escalação do meia Héverton no empate com o Grêmio, na última rodada do Brasileiro - o jogador havia sido suspenso pelo STJD. O time paulistano recorrerá da decisão. "Cabe recurso. Então, vamos esperar", desconversou Marin.

Apesar do discurso de seu presidente, a CBF não se livrou das críticas por causa da determinação do STJD. O Bom Senso FC, por exemplo, emitiu um comunicado para contestar a postura da entidade, depois da polêmica pena aplicada à Portuguesa.

Sem querer se expor, Marin evitou ter poder para satisfazer as demandas do movimento de jogadores, que briga principalmente em prol de uma reforma no calendário do futebol brasileiro. "A maioria dos problemas encaminhados à CBF envolvem clubes e atletas. Hoje, a CBF não pode interferir nisso de maneira nenhuma. Seria indevido. Mas estamos tratando tudo com muita naturalidade, ouvindo as reclamações de todos os segmentos", declarou o mandatário.

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