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Clube carioca precisa vencer Criciúma e ainda depende de tropeços de Goiás e Atlético-PR para se classificar à Libertadores

Edilson, lateral do Botafogo
Vitor Silva / SS Press / BFR
Edilson, lateral do Botafogo

Para conquistar uma vaga na Libertadores, o Botafogo depende de tropeços de Goiás e Atlético-PR na última rodada. Mas para o lateral direito Edílson, os jogadores precisam esquecer os resultados dos rivais e manterem o foco apenas na partida contra o Criciúma, às 17 horas (de Brasília) de domingo, no Maracanã.

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"Temos que jogar nosso melhor jogo, temos que jogar a nossa vida. Independentemente dos outros resultados, temos que, pelo menos, sair de campo com a tranquilidade de que fizemos de tudo. Tem que ter entrega máxima. Não fizemos o segundo turno como o primeiro, mas o importante é chegarmos ao último jogo em condições. Dependemos dos outros, mas temos condições de buscar essa vaga", cobrou.

Caso apenas um dos dois rivais tropece no final de semana - o Atlético-PR recebe o Vasco da Gama e o Goiás, o Santos --, e o time de General Severiano vença o Criciúma, ainda restarão chances de classificação à Libertadores. Para isso, é preciso que a Ponte Preta perca a final da Copa Sul-americana para o Lanús. A definição, portanto, pode sair apenas em 11 de dezembro, três dias após o término do Campeonato Brasileiro.

Essa possibilidade, inclusive, é o que faz Edílson pedir aos companheiros que não desistam na véspera. O Criciúma tem chances remotas de ser rebaixado à Série B e não quer correr riscos no Rio de Janeiro, mas o lateral direito promete não se abalar com os possíveis obstáculos que encontrará na última partida do Alvinegro na temporada.

"Esse jogo é diferente, é o último. É viver ou morrer. Temos que jogar nosso melhor futebol, não importa como aconteça o gol. Nem que seja do Jefferson. O Criciúma tem jogadores bons, mas temos que lutar do primeiro ao último minuto para conseguir a vitória. Sem garra, luta e suor a vaga não vai vir", prometeu.

*Com Gazeta

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