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Treinador do São Paulo se diz "chateado", mas deixará o atacante na reserva para o jogo diante da Ponte Preta, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana

Muricy admite estar chateado com a situação de Luís Fabiano, mas deixará o atacante na reserva
Divulgação/São Paulo FC
Muricy admite estar chateado com a situação de Luís Fabiano, mas deixará o atacante na reserva

Luis Fabiano se sentará no banco de reservas do São Paulo pelo terceiro jogo consecutivo, o segundo diante da Ponte Preta , às 21h50 (de Brasília) desta quarta-feira, em Mogi Mirim, pela segunda partida da semifinal da Copa Sul-Americana . Uma situação nova na carreira que deixa sentido não só o atacante, mas também Muricy Ramalho, de acordo com o próprio treinador.

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"Também sinto muito o que ele está sentindo. Porque fui jogador e respeito muito. Mas tenho que ter minha maneira de trabalhar. De escalar o que estiver melhor, não importando o nome do jogador. Se dá resultado... Senão não consigo ter o grupo na mão", justificou, nesta terça-feira.

O camisa 9 foi para o banco pela primeira vez na quarta-feira passada, na derrota por 3 a 1 para a Ponte, válida pela primeira semifinal da Copa Sul-Americana. E, depois de ter entrado só no segundo tempo também diante do Botafogo, ele iniciará a segunda semifinal novamente fora do time titular.

A nova condição fez com que ele se mostrasse insatisfeito publicamente, embora com a ressalva de respeito à decisão de Muricy. A cada partida na reserva, crescem as chances de que, chateado, ele resolva deixar o São Paulo ao término da temporada, mesmo tendo contrato até o final de 2015.

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"Estou vendo que ele está querendo, mas está difícil, porque o outro rapaz (Aloísio) está fazendo gols. Ele está tendo hombridade e tem que ter paciência para receber oportunidade. Porque sabe que, se entrar e fizer gols, volta a jogar", falou Muricy, ciente de que deixará no banco um artilheiro, mesmo precisando de três gols.

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"É claro que é grande jogador, jogador de Mundial, diferenciado mesmo, um dos melhores centroavantes do País. Só que ele entende, porque está vendo que o companheiro está dando a resposta, deu na hora em que a gente precisava. Tem que criar filosofia de trabalho, de ser correto, justo com as pessoas, senão não tem como", defendeu-se.

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