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"Estou por fora. Isso é com a diretoria. O presidente está lidando com a situação", despistou o zagueiro Henrique

Os comandados do técnico Gilson Kleina estão alheios à briga entre a diretoria do Palmeiras e a WTorre, construtora responsável pelas obras da futura arena. Na tarde desta quarta-feira, o capitão Henrique franziu a testa para avisar que não procura se inteirar a respeito dos problemas de bastidores.

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"Estou por fora. Isso é com a diretoria. O presidente está lidando com a situação", esquivou-se Henrique, orientando a conduta dos jogadores do Palmeiras em relação ao tema.

Para quem está por fora, como Henrique, a disputa entre o Palmeiras e Walter Torre começou a partir do momento em que o presidente da WTorre passou a pleitear o direito de comercializar todos os 45.000 assentos da arena para torcedores. Paulo Nobre, mandatário palmeirense, alega que o clube havia se incumbido de repassar apenas 10.000 lugares para a sua parceira.

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"Só queremos que o estádio esteja pronto o quanto antes, para ser usado pela nossa equipe no ano que vem. Eles que resolvam a papelada", voltou a incumbir o zagueiro Henrique, que poderá ter o desejo realizado no final do primeiro trimestre de 2014. Ao menos, essa foi a última previsão feita pela WTorre.

Atualmente, a maior preocupação do jogador é em sacramentar logo o acesso do Palmeiras à Série A do Campeonato Brasileiro. O líder da segunda divisão poderá alcançar o objetivo já neste sábado, contra o São Caetano, no Pacaembu.

"Independentemente de um empate nos servir, só pensamos em ganhar. Respeitamos o São Caetano, mas queremos buscar os três pontos, ainda mais jogando em casa", disse Henrique, que transforma o Pacaembu em lar palmeirense enquanto a WTorre não conclui as obras da arena do clube.

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