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Ex-Bragantino, Diego Macedo chega ao clube para apagar fama de 'festeiro'. Já Rodriguinho vem do América-MG para ajudar a reforçar o ataque

Diego Macedo e Rodriguinho são apresentados no Corinthians
Rodrigo Gazzanel/Futura Press
Diego Macedo e Rodriguinho são apresentados no Corinthians

Diego Macedo e Rodriguinho foram apresentados pelo Corinthians na noite de sexta-feira. Logo após a cerimônia de colocação das camisas, os jogadores perceberam que atuar no clube do Parque São Jorge não será tão fácil quanto vestir os uniformes de Bragantino e América-MG.

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A primeira pergunta da entrevista fez referência à fama de "festeiro" de Diego. Coube ao diretor de futebol Roberto de Andrade, mestre de cerimônias da apresentação, explicar que o lateral direito de 26 anos, emprestado até maio, vai se adequar às exigências.

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"O Diego Macedo veio trabalhar conosco pelo futebol. Se faz ou deixa de fazer festas, não importa, não temos nada a ver com a vida de ninguém. Aqui há normas, regras e sanções para o caso de as regras não serem cumpridas. O atleta sabe como tem que se comportar", disse o dirigente, também festeiro. "Quem não gosta de festa? É melhor do que enterro."

Já o lateral não demonstrou o mesmo bom humor com o assunto. Ele admitiu que o desagrada a fama, construída especialmente em sua passagem pelo Atlético-MG, entre 2010 e 2011, e prometeu deixar para trás a imagem negativa.

"Vou mostrar por que vim, dentro e fora de campo. Ficam falando ‘festeiro, festeiro, faz festa’, incomoda muito. Fico muito chateado porque tem muito boato no futebol que não é verdade, mas a página virou, quero que isso se apague. Não gosto dessa palavra, mas estou tranquilo. Só mostrando meu trabalho dentro e fora de campo vou apagar isso", afirmou Diego.

Com Rodriguinho, o papo foi mais leve. O meia de 25 anos falou mais sobre a sua habilidade na armação e na chegada ao ataque. O jogador vinha se destacando na Série B do Campeonato Brasileiro, motivo pelo qual teve metade de seus direitos econômicos comprados pelo Corinthians, assinando contrato até o final de 2016.

"Não sei quem estava acompanhando, mas eu estava fazendo muitos gols. Gosto de chegar à frente, fazer gols, isso ajuda o jogador. Tenho um bom passe, chuto bem e estou aqui para ajudar", disse o atleta, autor de oito gols na segunda divisão do Nacional.

Os dois jogadores já estão com suas situações regularizadas, porém sabem que Tite não costuma ter pressa na utilização de reforços - vide as recentes estreias de Cleber e Jocinei. De qualquer maneira, eles vinham jogando em seus clubes anteriores e se colocaram à disposição do chefe.

*Com Gazeta

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