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Para volante, técnico deve manter diante do Vasco neste domingo o esquema da vitória sobre a Ponte Preta no meio da semana

Maicon em ação pelo São Paulo
Miguel Schincariol/Gazeta Press
Maicon em ação pelo São Paulo

Muricy Ramalho voltou ao São Paulo nesta semana e, na vitória diante da Ponte Preta, recuperou o esquema tático com três zagueiros que havia sido campeão da Libertadores e do mundo em 2005. 

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Após o triunfo, o treinador voltou a desconversar sobre a manutenção do esquema 3-5-2 dizendo que a escalação de Rodrigo Caio como terceiro zagueiro aconteceu apenas pela ofensividade dos laterais Caramelo e Reinaldo. Mas segundo o volante Maicon, Muricy deve usar novamente a estratégia no duelo com o Vasco da Gama às 16 horas (de Brasília) de domingo em São Januário.

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"Ele deve manter o esquema. Só não sei quem o professor vai colocar para esse jogo, porque o Denílson está suspenso (Fabrício deve atuar). Esquema que vence é sempre o melhor", afirmou o volante, que garante ter confiança total no comandante: "O Muricy é um treinador vencedor, a gente nem precisa ficar falando. São três Brasileiros aqui. Agora a gente entrou para um novo campeonato, não pode fazer o segundo turno como o primeiro, aquilo não é o São Paulo".

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Se ainda há mistério sobre qual esquema tático será utilizado no Rio de Janeiro, Maicon tem certeza sobre qual deve ser a atitude são-paulina dentro de campo. O meio campista afirma que o time precisa saber o momento certo para jogar na base da vontade ou agir com paciência até furar a defesa adversária.

"Dar ‘bicão’ e sair jogando têm que ser na hora certa. Se está apertado e não tem companheiro para tocar, tem que bater para frente ou para fora, para aliviar. Contra a Ponte Preta a gente tocou, trabalhou a bola, criou muitas chances, o gol não estava saindo. Tinha que ter tranquilidade. Depois que o gol saiu, a gente tinha que manter a calma para não tomar. A gente falou em campo que se não fizesse mais um também não ia levar", destacou o camisa 18.

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Maicon, inclusive, é um dos beneficiados pelo sistema consagrado no Tricolor. Com laterais que avançam muito e pela marcação limitada de Paulo Henrique Ganso, Jadson teve de esperar no banco de reservas. Já com Fabrício, o time ficaria denfensivo demais, abrindo espaço para o ex-jogador do Figueirense, que tem facilidade para marcar e armar, aparecer entre os titulares.

"Procuro me aperfeiçoar cada vez mais e não ficar jogando em só uma posição. No treinamento mesmo eu busco acrescentar isso para minha carreira para que possa jogar. Joguei poucas vezes seguidas como titular, foram 11 partidas ano passado com o Ney Franco. Se eu tiver uma sequência, que depende do meu desempenho, acho que vou conseguir me firmar", projetou.

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