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Maior defensor do ex-técnico no São Paulo, goleiro quer que nome do atual treinador também não seja queimado com crise no clube

Rogério Ceni era o maior defensor do trabalho de Paulo Autuori no São Paulo. Nesta quinta-feira o goleiro citou o falecido Telê Santana para lamentar a saída do treinador, demitido na última segunda-feira. Na visão do camisa 1, a crise no clube ajuou a “matar” os últimos grandes técnicos de sua história. E pede que o mesmo não aconteça com Muricy Ramalho.

Empurrado por Muricy, São Paulo bate Ponte Preta e respira no Brasileirão

“Telê morreu. O Paulo nós matamos em dois meses. Sobrou o Muricy dos grandes técnicos vencedores do São Paulo nos últimos anos. Se a gente não cuidar dele, quem sobra? Temos que cuidar dele”, falou Ceni na saída do gramado do Morumbi.

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“Você vê como a vida é ingrata. Eu perdi dois pênaltis com o Paulo e talvez a situação fosse diferente hoje. Que a gente tenha um carinho pelo Muricy. Talvez o que a gente não teve pelo Paulo”, disse o goleiro.

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Nesta quinta-feira, na reestreia de Muricy no comando tricolor, o São Paulo venceu a Ponte Preta por 1 a 0 em casa. Embora se mantenha na 18ª colocação, a diferença para o primeiro time fora da zona de rebaixamento caiu para dois pontos.

“Estamos ressurgindo. Não é da noite para o dia que se sai da zona”, afirmou o camisa 1. O próximo desafio são-paulino será contra o Vasco, no Rio de Janeiro, no próximo domingo.

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