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Ex-goleiro faleceu na noite deste domingo, 25, no Hospital Sírio Libanês, com um quadro de infecção sistêmica irreversível após ter sofrido um infarto no miocárdio no início do mês

Bicampeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962 e ídolo de Corinthians e Santos, o goleiro Gylmar dos Santos Neves, foi enterrado nesta segunda-feira, no Cemitério do Morumbi, Zona Sul de São Paulo. O ex-goleiro faleceu na noite deste domingo, 25, no Hospital Sírio Libanês, com um quadro de infecção sistêmica irreversível após ter sofrido um infarto no miocárdio no início do mês. Há 13 anos, ele vivia com as complicações de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) sofrido no ano 2000.

O velório do ex-arqueiro contou com a presença de José Maria Marin, presidente da CBF e de companheiros dos tempos de jogador, entre eles Zé Maria, colega de Corinthians, e Dorval, com quem atuou no Santos da Era Pelé. Outros ex-jogadores como Cafu, Zetti e Jair da Costa também estiveram presentes.

Coroas de flores enviadas por Santos, Corinthians, CBF e Federação Paulista de Futebol enfeitaram a sala. Após o velório, uma missa em homenagem ao ex-goleiro foi rezada na capela do cemitério. Pepe e Zito, outro integrantes do histórico time do Santos dos anos 1960, chegaram pouco antes do início da cerimônia e foram recebidos carinhosamente pelos filhos de Gilmar, Marcelo e Rogério.

Marin sentou-se em uma das primeiras fileiras da capela e emocionou-se bastante durante a cerimônia, chegando a chorar. Ao lado de parentes e amigos do ex-jogador, o presidente ainda ajudou a carregar o caixão do goleiro até o jazigo.

Às 14h55, cinco minutos antes do programado, Gylmar foi enterrado, coberto por flores e pelas bandeiras de Corinthians e Jabaquara, time onde o ex-goleiro foi revelado.

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