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Ao deixar o campo durante a vitória do Corinthians sobre o Coritiba, atacante passou pelo técnico sem cumprimentá-lo

Emerson Sheik em ação contra o Coritiba
Daniel Augusto/Agência Corinthians
Emerson Sheik em ação contra o Coritiba

O assunto do dia no Corinthians seria a clara manifestação de revolta de Emerson por sua substituição na partida contra o Coritiba, mas o próprio atacante deu um jeito de criar algo de maior repercussão, publicando uma foto de um beijo seu em um amigo. Ainda assim, em entrevista concedida à TV Bandeirantes , ele teve de falar sobre sua atitude no momento em que foi trocado por Romarinho.

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"Já estou trabalhando com o Tite há alguns anos. Esse tipo de atitude natural ele aprova porque sabe que é o desejo de estar ali, de ajudar, de dar sua parcela de contribuição. Foi exatamente o que aconteceu. Eu não queria sair mesmo, queria ajudar. Era um jogo bom, pegado", afirmou.

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Quando subiu a plaquinha com o número 11, aos 11 minutos do segundo tempo, o Sheik já estava fazendo hora extra em campo. Depois de cometer uma falta duríssima e escapar só com o cartão amarelo, ele saiu andando vagarosamente do gramado. Passou pelo chefe sem o cumprimentar, falou palavrões e atirou a garrafa de água que lhe foi oferecida.

"O Romarinho, que entrou, também é um colega, era titular. Tenho respeito por ele e pelo Tite, não preciso nem falar. Todos me ouviram elogiando o Tite, que, para mim, é muito mais do que um treinador. Eu só queria ficar e ajudar em campo", acrescentou Emerson.

O atacante não vivia uma grande jornada, e o Corinthians cresceu com a ótima entrada de seu substituto. No finalzinho do jogo, em um pênalti muito questionado pelos jogadores do Coritiba, Guerrero, outro que começou o jogo no banco, definiu o triunfo por 1 a 0.

*Com Gazeta

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