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“A gente sabe que a cada jogo vai ficar mais difícil”, disse Rodrigo Caio, que marcou o gol do São Paulo no empate de quarta-feira com o Atlético-PR

Para o torcedor, o rebaixamento de seu time é uma questão emocional, uma dor difícil de explicar. Para o atleta, o prejuízo é sobretudo profissional. No caso do volante Rodrigo Caio, uma eventual queda do São Paulo misturaria as duas situações. "Eu sou torcedor, sou são-paulino roxo. A tristeza é muito grande”, disse o atleta, autor do gol do empate diante do Atlético-PR na quarta-feira, no Morumbi.

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Rodrigo Caio sobe com Rafael Toloi e desvia de cabeça para fazer o gol do São Paulo
Fernando Dantas/Gazeta Press
Rodrigo Caio sobe com Rafael Toloi e desvia de cabeça para fazer o gol do São Paulo

Preocupado com a situação do time, penúltimo colocado do Brasileirão com dez pontos, Rodrigo Caio entende que o maior problema neste momento é psicológico. “Temos que ter cabeça tranquila. A gente sabe que a cada jogo vai ficar mais difícil, mas a tranquilidade tem que ter sempre", afirmou.

Se a cabeça está ruim, os pés começaram a funcionar melhor, na opinião dele. "A melhora está sendo grande. Estamos fazendo bons jogos, infelizmente os resultados não estão vindo", analisou. "Quando a situação está ruim, a gente tenta fazer os gols mais na vontade. Aí a gente erra um pouco mais, o gol fica pequeno".

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A próxima chance de recuperação do São Paulo é no domingo, quando enfrenta o Flamengo no estádio Mané Garrincha, em Brasília. “Só falta acertar um jogo, vencer, para a gente embalar", disse Rodrigo Caio, que faz aniversário no sábado, um dia antes do duelo contra os cariocas.


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