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"Todos sabemos o que ele falou", resumiu Paulinho, demonstrando bastante confiança na virada do confronto

Descartada a improvável hipótese de uma entrevista de Emerson, nenhum jogador do Corinthians fará algo parecido com o que fez Riquelme há duas semanas. Mas as declarações do meio-campista, que comparou a história dos times na Copa Libertadores para apontar favoritismo do Boca Juniors, motivam o time brasileiro contra a equipe argentina.

Corinthians se prepara para respirar fundo diante de provocações do Boca

"Todos sabemos o que ele falou", resumiu Paulinho, demonstrando bastante confiança na virada do confronto. Os argentinos, donos de seis títulos na principal competição sul-americana, ganharam por 1 a 0 em Buenos Aires. Atuais campeões justamente em cima deles, os alvinegros precisam vencer por dois gols de diferença - ou devolver o placar e apostar nos pênaltis - para seguir a busca por sua segunda conquista sul-americana.

Riquelme, meia do Boca Juniors
Divulgação
Riquelme, meia do Boca Juniors

Machucado há três semanas, Riquelme voltará a atuar na quarta-feira. Será um retorno ao Pacaembu, onde ele viu o Alvinegro erguer a sua primeira Libertadores. No estádio municipal paulistano, o meia não terá um dos motivos que o fez apostar no Boca no jogo de ida: a força de seus torcedores. Agora é a vez da Fiel.

Pressionar sem se expor é o plano do Corinthians para sobreviver

"A gente pede ajuda, mas sabe que nem é preciso pedir. Graças a Deus, a torcida do Corinthians sempre vai nos apoiar. Eles sempre estão no estádio fazendo a parte deles. Cabe a nós fazer a nossa parte ali dentro. É importantíssimo estar diante do torcedor em mais um confronto importante. Vamos fazer um grande jogo", apostou Paulinho.

Os ingressos da partida estão esgotados. E os torcedores alvinegros prometem criar a atmosfera necessária para os atletas mostrarem em campo que a história da América do Sul mudou.

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