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Após empate sem gols no México, time precisa de uma vitória por qualquer placar no dia 14 para avançar na Libertadores

Maurício Ramos, zagueiro do Palmeiras
Gregory Bull/AP
Maurício Ramos, zagueiro do Palmeiras

O Palmeiras pede à sua torcida que o ajuda a comprovar que o 0 a 0 com o Tijuana, no México, no primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores, merece ser comemorado. O time precisa de uma vitória por qualquer placar no dia 14, no Pacaembu, para continuar no torneio continental. E espera ter o estádio cheio como apoio.

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"Não vamos entrar como favorito dentro de nossa casa, mas vamos fazer nosso caldeirão", falou Maurício Ramos, que, como seus colegas, têm certeza de que as arquibancadas da arena municipal estarão lotadas, até como incentivo para a equipe fazer sua parte.

"Agora temos a responsabilidade de jogar em casa, com o apoio do nosso torcedor. Sabemos como a torcida do Palmeiras é espetacular, nos apoia sempre. Esperamos casa cheia e que eles possam nos incentivar a passar de fase", comentou Kleber.

A torcida é um dos diferencias, além da grama artificial, para os comandados de Gilson Kleina projetarem melhor atuação. "Dentro de casa, vamos poder jogar mais, pois precisamos do resultado. E não temos dúvida: nossa torcida vai comparecer e nos ajudar, como vem nos ajudando muito", apostou Marcelo Oliveira.

Na Libertadores, o Palmeiras conseguiu seus melhores públicos na temporada, principalmente nas vitórias sobre Tigre e Libertad, que asseguraram a classificação antecipada da equipe na fase de grupos da competição continental.

O clube ainda não divulgou quando começará a venda de ingressos, e se espera que estarão nas arquibancadas torcedores ávidos até por enfrentar o São Paulo nas quartas de final - o rival enfrenta o Atlético-MG nas oitavas. Mas os jogadores do Verdão já pedem pés no chao. "Nosso clássico é contra o Tijuana, e temos que respeitá-lo. É uma equipe qualificada", enalteceu Maurício Ramos.

*Com Gazeta

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