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Treinador sabe que será distinto o comportamento do time no Moisés Lucarelli em relação ao que seria no Pacaembu, mas espera que o contraste não seja gritante

Tite, técnico do Corinthians
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians
Tite, técnico do Corinthians

A posição das linhas de marcação no campo é um bom indicador do nível de agressividade do Corinthians . Quando o compromisso é fora de casa, como a partida contra a Ponte Preta pelas quartas de final do Campeonato Paulista, o posicionamento costuma ser menos adiantado, com maior aposta nos contra-ataques.

De acordo com Tite, independentemente dessa variação, a preocupação é manter a coordenação dos movimentos habituais da equipe. Ele sabe que será distinto o comportamento do Corinthians no Moisés Lucarelli em relação ao que seria no Pacaembu, mas espera que o contraste não seja gritante.

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"Diferença sempre há. O importante é não haver uma grande diferença. Uma equipe é madura quando consegue manter certo padrão, com agressão, finalização e oportunidades, jogando dentro ou fora de casa", comentou o treinador.

Se for levado em conta o retrospecto das duas defesas, será possível prever um confronto de poucas chances em Campinas. A Ponte tem a melhor defesa do Estadual, com 13 gols sofridos, e o Corinthians aparece em segundo lugar na lista, com 16. Os ataques, porém, não têm números ruins.

"Não se faz uma grande campanha só com defesa ou só com ataque. As duas equipes são equilibradas", afirmou Tite, ciente de que a cautela será maior no confronto pelo motivo de a eliminatória ser disputada em apenas 90 minutos, sem jogo de volta.

"A margem de erro é pequena, especialmente na área de risco. O que é a área de risco? O primeiro terço do gramado. Não dá para falar em erro zero porque vai ter erro, são humanos. Mas é preciso que o sistema de cobertura funcione", concluiu o técnico.

*Com Gazeta