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Atacante lamenta comportamento da torcida, que chegou a gritar "olé" durante troca de passes do Chile no amistoso contra o Brasil

A seleção brasileira foi vaiada pela própria torcida no empate por 2 a 2 contra o Chile, no Mineirão, mas os protestos não preocupam um dos principais jogadores da equipe de Luiz Felipe Scolari. Cobrado também individualmente, o atacante Neymar avisou que não se importa mais com a cobrança.

Brasil empata com Chile no Mineirão, é vaiado e ouve “olé” da própria torcida

"Ninguém gosta disso. Mas não estou mais nem aí, eu nem ligo mais para isso, porque em todo lugar que a gente vai com a seleção acaba sendo vaiado. Isso é muito chato", lamentou o atleta, ao canal Sportv .

Além das vaias, os torcedores também gritaram "olé" enquanto os chilenos trocavam passes. O atacante santista marcou o segundo gol no confronto desta quarta, mas não convenceu as arquibancadas e foi chamado de "pipoqueiro".

"Isso acontece. Em um dia, você sai vaiado, e em outro é elogiado. Ninguém é perfeito, futebol é assim", acrescentou o atacante, que chegou a ser aplaudido por cruzeirenses em Minas Gerais no ano passado, quando marcou três gols pelo Santos contra a equipe celeste no estádio Independência.

A partida contra o Chile foi a última do Brasil antes da convocação definitiva de Felipão para a Copa das Confederações. A lista final será divulgada no dia 14 de maio, sendo que o torneio está agendado entre 15 e 30 de junho.