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Acidentes durante construção já mataram funcionários na Arena do Grêmio, em janeiro, e na Arena da Amazônia, em março

Arena da Amazônia também teve acidente com morte de funcionário em 2013
Divulgação
Arena da Amazônia também teve acidente com morte de funcionário em 2013

O desabamento de uma viga da Arena Palestra , que provocou a morte de um operário, não foi a primeira tragédia ocorrida em obras de estádios no Brasil em 2013. Outros dois funcionários morreram enquanto trabalhavam na construção de novas arenas.

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Em janeiro, o operário Araci da Silva Bernardes faleceu depois de sofrer uma descarga elétrica e cair de uma altura de três metros na Arena do Grêmio, em Porto Alegre. De acordo com a construtora, ele trocava uma luminária no estádio na hora do acidente. Fora da Copa 2014, o local servirá para treinamentos.

A nova casa gremista ainda passou por problemas logo em sua primeira partida, contra o LDU, pela primeira fase da Copa Libertadores. Um alambrado cedeu na comemoração de um gol com a tradicional avalanche e oito torcedores ficaram feridos.

O pior aconteceu também na Arena da Amazônia , em Manaus, no mês passado. O funcionário Raimundo Nonato Lima Costa morreu ao tentar passar de uma coluna para um andaime e se desequilibrar. Segundo a polícia, ele caiu de uma altura de cinco metros e teve traumatismo craniano.

Nesta segunda-feira, o operário Carlos de Jesus, de 34 anos, foi a vítima fatal do acidente na Arena Palestra. O Corpo de Bombeiros explicou que quatro vigas cederam, causando o desabamento de uma laje. Outro trabalhador sofreu escoriações leves e foi encaminhado a um hospital.

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