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Nobre já tentou tirar Alan Kardec do Benfica e Brunoro busca informações de atacantes de clubes brasileiros para reforçar o elenco de Kleina

O presidente Paulo Nobre e o diretor executivo José Carlos Brunoro já deixaram escapar que querem reforços para a próxima fase da Libertadores, mas o assunto passou a ser proibido no Palmeiras. O temor por uma empolgação exagerada é grande e, por isso, o discurso é de só pensar em contratações após a classificação para as oitavas de final, o que pode ocorrer nesta quinta-feira em caso de vitória sobre o Libertad , no Pacaembu.

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"Nosso foco é exclusivamente no jogo contra o Libertad. Acontecendo a vitória, podemos fazer um planejamento para transferências, mas primeiro precisamos concretizar, ter isso na mão. Não adianta nada trabalhar com hipótese sendo que precisamos passar por dois jogos, embora ainda dependamos exclusivamente da nossa competência", comentou Gilson Kleina.

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Gilson Kleina, técnico do Palmeiras
Divulgação/Palmeiras
Gilson Kleina, técnico do Palmeiras

O técnico fala em uma posição confortável e até surpreendente diante de todas as contestações ao seu elenco. Perder do Libertad classificaria o time paraguaio e deixaria tanto o Tigre quanto o Sporting Cristal em condições de avançar, mas o Verdão continuaria dependendo só de si para seguir na competição, já que enfrentará o Sporting Cristal no Peru, no dia 18, ainda como segundo colocado do grupo 2.

Mas contratar novos atletas já passa pela cabeça dos dirigentes. O nome de Marcelo Moreno, por exemplo, perdeu força por ele não poder jogar a Libertadores: como Leandro e Léo Gago, o boliviano já atuou pelo Grêmio no torneio e está impedido de ser inscrito pelo Palmeiras. Porém, Nobre já tentou tirar Alan Kardec do Benfica e Brunoro busca informações de atacantes de clubes brasileiros para reforçar o elenco de Kleina.

Se o time passar de fase e ninguém chegar, o clube já tem no plantel os três nomes a que tem direto de colocar em sua relação até as quartas de final o zagueiro André Luiz e o meia Rondinelly, contratados após o time estrear na Libertadores, e o lateral esquerdo Fernandinho, que acaba de ficar à disposição depois de se recuperar de cirurgia no joelho esquerdo.

"Com o fortalecimento que fizemos dentro do elenco, quem entrar tem que corresponder. Não tem como fugir. É assim que reagimos e conseguimos resultados", avisou Kleina. "Estamos solucionando os problemas com quem já está no elenco desde quando iniciou o campeonato", reforçou o treinador, confiando principalmente na vontade e confiança despertadas desde a derrota por 6 a 2 para o Mirassol.

"Jogar mal ou bem não se sabe, mas atitude somos nós que escolhemos. E é nítida e notória a atitude que tiveram que tomar depois daquilo. Estou feliz e satisfeito porque aqui sempre foi no olho no olho, na fase boa ou na queda, e o próprio jogador sabe se está bem ou mal. Em momento algum deixei de ser transparente, e nunca deixamos de trabalhar", apontou o técnico.

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