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Clube brasileiro foi considerado inocente na briga entre policiais e jogadores do time argentino na partida da última quarta-feira pela Libertadores

A Conmebol vai abrir inquérito para julgar o confronto entre policiais militares e jogadores do Arsenal de Sarandí na última quarta-feira após o apito final da partida contra o Atlético-MG , na Arena Independência, pela Libertadores. Apenas dois jogadores do clube argentino foram indiciados e o Atlético não será punido.

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Damián Perez e Martín Nervo podem pegar de um a três jogos de suspensão. Outro que chegou a ser ouvido na delegacia, Ivan Marcone, identificado como agressor da tenente-coronel Cláudia Romualdo, não corre risco de punição.

"Foi o que todo o mundo viu. O secretário da Conmebol (José Luis Meiszner), que é argentino, colocou a culpa na polícia, mas o delegado do jogo pôs a culpa toda no Arsenal, que vai ser julgado por isso. O Atlético foi isento de tudo. Eles partiram para cima da polícia, o que é lamentável", disse Eduardo Maluf, diretor de futebol do Atlético, em entrevista à "Rádio Itatiaia".

O Arsenal será julgado em três frentes, podendo ser multado e também correndo risco de perder mandos de campo. A equipe foi autuada por comportamento inadequado dos atletas (em dois artigos) e por possível agressão nos vestiários.

O próximo e último jogo do Atlético-MG na primeira fase da Libertadores é contra o São Paulo, no Morumbi, em duelo que pode definir a eliminação do time paulista. O jogo está marcado para o próximo dia 17, às 22 horas no Morumbu. O Arsenal recebe o Strongest no mesmo horário e precisa da vitória e de um tropeço do time paulista para se classificar.

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